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As 296 Melhores Músicas Brasileiras - #31 a #40

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    #40 Elizeth Cardoso & Pixinguinha - Carinhoso (1967) Uma de nossas canções mais consumadas, interpretadas por dois gigantes da música mundial: Carinhoso , por Elizeth Cardoso e Pixinguinha. A música foi composta na década de 10 do século XX, e gravada em sua forma instrumental na década de 20. Apenas nos anos 30 é que ganhou uma letra, de Braguinha, sendo muito interpretada desde então.   #39 Milton Nascimento & Lô Borges - Nada Será como Antes (1972) Clube da Esquina , como sempre reafirmado, é um álbum que nos apresentou diversas obras-primas. Em seus momentos finais, quando pensamos que a peteca pode cair, somos surpreendidos por Nada será como antes , sua penúltima faixa.   #38 Gal Costa - Wave (1999) Versões ao vivo podem trazer uma energia dificilmente captada em estúdio, porém, muitas vezes, em detrimento de uma sonoridade menos interessante e coisas não muito legais da interpretação. É de se admirar, portanto, alguns registros realmente redondo...

As 296 Melhores Músicas Brasileiras - #41 a #50

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    #50 Sérgio Sampaio - Eu Quero É Botar Meu Bloco na Rua (1973) Eu quero é botar meu bloco na rua  é um hino de um dos grandes poetas da nossa música. Não há como ficar imune ao refrão, um achado melódico notável para ser cantado por multidões.   #49 Milton Nascimento - Clube da Esquina nº 2 (1994) Clube da Esquina nº 2  é uma das principais criações do movimento que nomeia. Curiosamente, duas de suas versões foram escolhidas para essa lista. Coincidentemente, ambas versões estão sendo publicadas na mesma semana. De forma justa, a original ficou na frente desta regravação de 1994, que consta no álbum solo Angelus , de Milton Nascimento, no qual o artista é acompanhado por um grupo de estrelas.   #48 Roupa Nova - Sapato Velho (1981) [texto de Dulcimar Maria Colombo Pepino] A música Sapato Velho foi composta por Mú Carvalho, Cláudio Nucci e Paulinho Tapajós, e gravada por Tapajós em 1989. Entretanto, chegou à minha vida por meio do Roupa Nova em 1981, q...

As 296 Melhores Músicas Brasileiras - #51 a #60

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    #60 Djavan - Linha do Equador (1992) Com uma carreira iniciada nos anos 70, Djavan chegou aos anos 90 em incrível forma, e na crista da onda. São dessa década muitos de seus sucessos, como Linha do Equador , do ótimo álbum Coisa de acender .   #59 Tim Maia - Contacto com o Mundo Racional (1975) Contacto com o Mundo Racional  é um apelo soul de extrema profundidade, direcionado à possibilidade de um último conta(c)to com o Mundo Racional, que “irá fazer nossa união legal”; vamos ver “beleza sem igual”...   #58 Renato Teixeira - Romaria (1978) Renato Teixeira habita em um universo muito particular da música brasileira. Seus diálogos entre a música sertaneja e canções urbanas nos legou joias musicais inestimáveis, como Romaria .   #57 Beto Guedes - Sal da Terra (1981) Beto Guedes foi proficiente na realização de composições estranhas, mas também de hinos entoáveis por multidões. Desse segundo grupo, destacamos Sal da Terra , do seu quarto álbum, Contos...

Taj Ma House - Entrevista no MADA 2025, em Natal/RN

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    Texto introdutório por William Robson / Realização da entrevista por Renan Simões / Transcrição da entrevista por Renan Simões [Myrna Barreto e Renan Simões realizaram uma cobertura do Festival MADA 2025, em Natal/RN, para o site Bolsa de Discos]   Das noites quentes de Natal para os palcos da Europa, o Taj Ma House tem transformado a cena eletrônica potiguar em um caldeirão vibrante de sons, ritmos e identidades. O projeto, formado por Janvita, Pajux, Elisa Bacche e Clara Luz, nasceu do encontro entre artistas múltiplos, todos com trajetórias sólidas na música, e que decidiram fazer da pista de dança um espaço de liberdade, ancestralidade e celebração. Definido por eles como um live set que mistura performance, percussão ao vivo e canto, o Taj Ma House é mais do que uma banda - é um movimento. Um encontro onde o house se mistura ao brega, ao axé, à swingueira e à MPB, criando uma sonoridade que eles mesmos batizaram de “house music potiguar”. Depois de uma turnê mete...

Rachel Reis - Entrevista no MADA 2025, em Natal/RN

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  Texto introdutório por William Robson / Realização da entrevista por Myrna Barreto / Transcrição da entrevista por Renan Simões [Myrna Barreto e Renan Simões realizaram uma cobertura do Festival MADA 2025, em Natal/RN, para o site Bolsa de Discos]   Rachel Reis é cantora e compositora, natural de Feira de Santana, na Bahia. Ela esteve na edição do MADA de 2025 e vem encantando plateias mundo afora, fundindo axé, MPB, pop, reggae, arrocha, pagodão baiano e afrobeats. Ela já foi reconhecida com prêmios como o da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) e se destacou com sucessos em trilhas sonoras de novelas e séries, como Bateu e Caju . Rachel traz em suas músicas temas como amor, ancestralidade e força feminina. Sobre esta última, ela conta, em entrevista exclusiva para o Bolsa de Discos, que a mãe e a irmã são boas influências para o start em sua trajetória musical. Rachel Reis conversou conosco logo após a realização de seu show no Festival MADA, e neste rápido bate...