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Mostrando postagens de julho, 2026

Hélio Mendes - Hélio Mendes e Seu Conjunto (1966)

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  O sexto trabalho de Hélio Mendes, de 1966, é o primeiro a conter mais músicas internacionais do que brasileiras, o que se repetiu em Sabor de juventude (1967), álbum derradeiro do artista. O grupo se manteve o mesmo do registro anterior: Hélio Mendes (piano), Maurício de Oliveira (guitarra), Cícero Ferreira (piston), Moacyr Barros (saxofone, grafado “Moacir Barros”), Edílio Santos (contrabaixo), Nilsio Gouvêia (bateria) e Moacyr Lima (percussão, grafado “Moacir Lima”). Embora não creditados, e tomando por base os álbuns anteriores, supomos que os arranjos sejam de Hélio Mendes e Maurício de Oliveira, e a voz principal seja de Cícero Ferreira. A sonoridade do álbum, em LP e digital, é formidável. A despeito do título e letra, Tristeza (composição de Haroldo Lobo e Niltinho) abre os trabalhos com uma sonoridade ensolarada; a música é muito bem cantada pelos integrantes do grupo e apresenta um solo inspirado de saxofone por Moacyr Barros. Em Strangers in the night (de Bert Kaempfer...

Hélio Mendes - Hélio Mendes e Seu Conjunto (1965)

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  O quinto álbum de Hélio Mendes possui duas ordenações de faixas distintas. Nas versões em LP, o lado A inicia com Sentimental demais e finaliza com Manhã enublada , e o lado B inicia com Atire a primeira pedra e finaliza com Sabor a mi ; esta é a mesma ordem da versão digital (disponível no YouTube e no Spotify). Entretanto, o que consta na capa do álbum inverte os dois lados, e é desta outra forma que as faixas se organizam no relançamento em CD, pelo selo Discobertas. Eu, particularmente, achei que a primeira opção funcionou bem melhor. Do repertório, 8 das 12 músicas são brasileiras. Quanto ao grupo, os músicos são exatamente os mesmos do álbum anterior - Hélio Mendes (piano e arranjos), Maurício de Oliveira (guitarra e arranjos), Cícero Ferreira (piston e voz principal), Moacyr Barros (saxofone, grafado “Moacir Barros”), Edílio Santos (contrabaixo) e Moacyr Lima (ritmista, grafado “Moacir Lima”) -, exceto pelo baterista - Nilsio Gouvêia ao invés de Betinho. O disco possui a ...

Hélio Mendes - Vol. 4 (1964)

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  Após um único álbum com grupo reduzido ( Na bossa ), Hélio Mendes reintegrou, a seu conjunto, os instrumentistas de sopro dos seus dois primeiros registros ( Week-end no Rio e “Week-end” em Guaraparí ). Assim, para o seu Vol. 4 , os músicos participantes foram Hélio Mendes (piano e arranjos), Maurício de Oliveira (guitarra e arranjos), Cícero Ferreira (piston e voz solista), Moacyr Barros (saxofone e clarinete), Betinho (bateria), Edílio Santos (contrabaixo) e Moacyr Lima (ritmista) - o único da primeira formação que não retornou foi o acordeonista Marinho Carlos. O repertório também manteve o padrão dos dois primeiros registros, dividido aqui igualmente entre músicas brasileiras e internacionais. O grupo começa de forma impactante com La bamba , canção de domínio público popularizada pelas versões de Ritchie Valens e Trini Lopez - e com aquela harmonia bem presente no inconsciente coletivo, reutilizada desde Twist and shout à Festa de Ivete Sangalo. Nessa versão, Cícero Ferreir...